Obesidade, uma equação explosiva! – Negócio Estética

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obesidade

O mundo está em meio a uma epidemia de obesidade, e isso está tendo um efeito dramático sobre a doença da ASMA, sendo um fator de risco para o seu desenvolvimento, nos EUA, com um terço da população com obesidade, aproximadamente 250.000 casos de asma por ano estão relacionados à obesidade. Parece haver uma prevalência particularmente alta de obesidade em pacientes com asma grave: um estudo recente relatou que mais de 50% dos asmáticos graves eram obesos. Não só a obesidade tem um efeito dramático sobre a epidemiologia da asma, mas parece estar mudando a base biológica da doença.

Pacientes obesos tendem a ter asma mais grave, que não respondem tão bem à terapia em comparação com os asmáticos não obesos, tendem a ter morbidades como depressão e apneia obstrutiva do sono, que contribuem para o controle deficiente da asma e talvez para a patogênese da asma.

O aumento da obesidade tem levado a generalizadas chamadas para monitoramento regular de mudanças na prevalência de sobrepeso e obesidade em todas as populações. Informações comparativas e atualizadas sobre os níveis e as tendências são essenciais tanto para quantificar os efeitos sobre a saúde da população como para levar a decisões e priorizar ações.

A leptina, a adiponectina e a insulina são hormônios que regulam a saciedade e o gasto energético, as aberrações na sinalização desses hormônios levam à obesidade e disfunção metabólica e parecem estar envolvidas na patogênese da asma na obesidade.

O aumento na prevalência de sobrepeso e obesidade têm sido substanciais e generalizados e ocorreram durante um período relativamente curto de tempo, a obesidade é uma doença complexa, e o modo e o tipo de obesidade afetam manifestações de doença nas vias aéreas. Estudos demostraram que dois fenótipos de asma foram identificados em pessoas obesas com asma, mas é provável que existam muitos pois, diferentes fenótipos de asma na obesidade irão exigir tratamento personalizado com base na fisiopatologia subjacente da doença.

Asmáticos obesos têm respostas alteradas aos medicamentos, eles não respondem tão bem aos glicocorticoides e são necessários ensaios de tratamento dirigidos a fenótipos específicos de asmáticos obesos.

A síndrome metabólica, um conjunto de distúrbios metabólicos frequentemente associados à obesidade visceral, aumenta a mortalidade e a morbidade cardiovascular.

A síndrome metabólica está associada à obesidade abdominal, distúrbios lipídicos no sangue, inflamação, resistência à insulina ou diabetes, e maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Os critérios propostos para identificar pacientes com síndrome metabólica têm contribuído grandemente para a medicina preventiva, mas o valor da síndrome metabólica como um conceito científico permanece controverso.

Pois a presença de síndrome metabólica isoladamente não pode predizer o risco de doença cardiovascular global. Mas a obesidade abdominal – a manifestação mais prevalente da síndrome metabólica – é um marcador de “tecido adiposo disfuncional”, e é de importância central no diagnóstico clínico.

As revoluções agrícolas e tecnológicas do final do século XX influenciaram tanto os componentes ilimitados da equação do balanço energético, como o consumo de energia e a atividade física. Essas mudanças agem sinergicamente na direção de encorajar o ganho de peso e representam uma mudança sem precedentes no nicho ecológico do homem. A obesidade é a resposta biológica previsível a essas mudanças externas, e resultados indicam que; o aumento da ingestão calórica está associado a inovações tecnológicas, bem como a alterações nos fatores sócio demográficos.

Referência Bibliográfica:

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– Departments of Allergy and of Research and Evaluation, Kaiser Permanente Southern California, San Diego and Pasadena, Calif. Electronic address: michael.x.schatz@kp.org.

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– US Medical Affairs, Genentech Inc, South San Francisco, Calif.

– Capital Allergy and Respiratory Disease Center, Sacramento, Calif.

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