O marketing na formulação de cosméticos

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Como é de ciência, formular um produto cosmético demanda tempo, pesquisa e dedicação. Exige uma cuidadosa seleção de ingredientes cosméticos baseados na busca de fontes de literatura atuais e assim como alinhá-los de maneira que tornem bem recebidos e adequados ao tipo de Pele que serão aplicados. Entretanto, se o formulador não tiver todo o cuidado em optar por uma cor e fragrância coerentes, certamente o consumidor não se convencerá em comprar o produto.

É fato que a primeira percepção sensorial utilizada pelo consumidor seja a visão, que inclui o apelo do formato da embalagem e a cor do conteúdo do produto; em segundo lugar vem o olfato, ao cheirar o produto marcado pela presença da fragrância e, por fim; o tátil, ao aplicar o produto na pele. Estas três percepções devem estar muito bem alinhadas para que realmente o consumidor queira comprar o produto.

Nos últimos anos o crescente aumento de oferta de matérias-primas que conferem apelos diferentes de textura, consistência, viscosidade entre outros, que visam atender diferentes briefings de um produto cosmético, têm possibilitado que os consumidores mais críticos julguem com distinção se o produto é agradável ou não.

Sabe-se que durante o desenvolvimento do produto o formulador opta pela cor, por ventura, baseada no interesse em mascarar uma cor não desejada ou intensificar a cor já apresentada pelos ingredientes como, por exemplo, o propósito em reforçar a presença do ativo. Produtos a base de vitamina C apresentam coloração alaranjada afim de remeter a fruta “laranja”, mas não necessariamente esta vitamina é extraída dela. Desta maneira, reforça-se o apelo do produto e credibilidade com o consumidor durante o ato da compra. Nota-se que cada vez mais o formulador está optando por cores mais suaves e, muitas vezes, por mais neutras, possivelmente ao relacionar o uso de corante com o aumento da frequência dos consumidores apresentarem reações alérgicas. A alergia não é ocasionada pelo produto especificamente e sim pelo consumidor que tem uma pré-disposição a aquele ativo ou matéria prima.

Por último, a fragrância, mas nem por isso sendo menos importante, confere atratividade pelo ato de perfumar. Muito diferente dos perfumes, os produtos perfumados compõem em sua grande maioria de ativos e sua proposta de base cosmética. A quantidade de fragrância utilizada é muita pequena ao se comparar com o todo do produto. Em sua grande maioria é utilizada essências – substâncias sintéticas. Muitas vezes o odor exalado pelas essências não condiz ou relaciona com o cheiro que se esperaria caso fosse natural. Justifica-se pela escolha das essências por serem mais baratas e, por esse motivo, não encarecer o custo do produto. Entretanto, muitas vezes em função desta percepção sensorial olfativa que o consumidor não esteja convencido pela compra.

Certamente o grande desafio do formulador muitas vezes não esteja diretamente relacionado com os ativos ou bases cosméticas que exaustivamente recebem informações técnicas dos fornecedores, mas sim com a escolha final de uma cor e a fragrância que condiz com a proposta do produto. Provavelmente esta dificuldade esteja relacionada com a falta de conhecimento por menosprezar a importância. Por esse motivo, atualizar-se com cursos relacionando marketing e cor e fragrância são sempre bem-vindos. Tanto a cor assim como a fragrância são tratadas como ciência e por esse motivo é sempre importante compreende-los. Sempre é interessante reforçar o briefing com os potenciais consumidores por meio de análises sensoriais antes de lançá-lo no Mercado.

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