Novidades científicas no mundo dos cheiros, cores & sons

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DETECTANDO ….

Em trabalho publicado e recentemente, conduzido e realizado pelo Laboratório de Olfatometria do Departamento de Materiais e Engenharia Química do Instituto Politécnico de Milão, uma planta de adubos situada em área urbana foi monitorada continuamente durante 4 dias seguidos, por 2 narizes eletrônicos. Um deles instalado numa residência na redondeza e outro dentro do perímetro de compostagem da planta, para comparar as respostas dos instrumentos.

O que me chama a atenção deste tipo de tecnologia é a classificação e concentração dos odores detectados pelos instrumentos, sem a percepção emocional como fator interferente. Esse tipo de quantificação me parece de grande utilidade dentro da indústria cosmética, abrangendo uma avaliação maior que simplesmente a condução de análises cromatográficas normalmente conduzidas nos laboratórios de controle de qualidade.

Outro uso seria avaliar as características olfativas das diversas atmosferas dentro de uma planta fabril cosmética e pontos de venda, já que está mais do que comprovado que o marketing olfativo pode se viabilizar muito mais sutilmente do que simplesmente pulverizando corredores de shoppings com o perfume da vez.

Num outro trabalho científico “fresquinho”, a equipe do departamento de Ciências Biológicas da Universidade da Carolina do Sul mostra que a sensibilidade da olfação pode não ser devida ás células receptoras de odor, mas sim as propriedades emergentes das vias de transdução e convergências anatômicas dos nervos olfativos. Muito ainda a saber sobre o sentido do olfato, minha gente!

MÚSICA PARA ALIVIAR A DOR

É curioso como tantas formas de vibração diferentes ainda não se agregaram para fornecer num único “produto” boas opções para se conquistar o tal bem-estar!

Um estudo publicado na edição de maio do periódico britânico Journal of Advanced Nursing, liderado pelas autoras da pesquisa, Sandra Siedliecki, da Fundação Clínica de Cleveland, e Marion Good, da Universidade Case Western, mostra que ouvir música pode reduzir dores crônicas em até 21% e depressão em até 25%. Os pacientes, 60 pessoas de ambos os sexos e com entre 21 e 65 anos, sofriam de dores crônicas não-malignas, resistentes a intervenções tradicionais como dores nas costas, osteoartrite e artrite reumatóide, em média há 6 anos. Foram formados 3 grupos distintos, que escolheram entre sua preferência, estilos musicais bem variados, desde jazz, rock, sons da natureza e outros, mas o importante é que todos mostraram melhorias consistentes em cada uma das categorias analisadas.O artigo Effect of music on power, pain, depression and disability pode ser lido gratuitamente no site do periódico, www.journalofadvancednursing.com

COR NA CHAPA!

Essa vai diretamente para o público teen! O Laboratório Interdisciplinar de Eletroquímica e Cerâmica do Instituto de Química da universidade Estadual paulista, Unesp de Araraquara desenvolveu uma aplicação inovadora, agregando novos materiais, como plástico compósito, zircônio, alumina e cerâmica- tudo em escala nanométrica, as bases de aço inox para os aparelhos ortodônticos. Isso possibilitou a obtenção de cores e efeitos inovadores, desde o rosa, verde, pérola muitas outras opções.Levando-se em conta que o Mercado de componentes ortodônticos movimenta no Brasil o equivalente a US$ 100 milhões por ano, e que a participação do produto nacional é da ordem de 70%, sem dúvida vale a pena pensar em crescer, pois os concorrentes importados da Alemanha e Estados Unidos são muito mais caros.

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